Muita gente já ouviu falar dele, mas poucos o conhecem pessoalmente. O Kindle, leitor eletrônico da Amazon, finalmente parece ameaçar a existência dos livros físicos, como profetizado no início da popularização da internet.
Fino, levíssimo e oferecendo a oportujnidade de baixar exemplares inteiros em menos de 1 minuto em 100 países, este gadget é sucesso desde o lançamento.
O Kindle tem uma autonomia de até uma semana com o wireless ligado e comporta até 1500 livros simultaneamente. O aparelho conta com suporte nativo a arquivos PDF, ou seja, é possivel acessar documentos pessoais e profissionais direto na tela.
A Amazon também garante o acesso a uma base de mais de 360.000 livros, além de revistas e jornais internationais. O brasileiros O Globo e o Zero Hora, por exemplo, estão disponível. Quem quiser pode fazer o download de alguns capítulos de livros gratuitamente antes de decidir comprar, como já acontece no site da empresa.
Os consumidores brasileiros, entretanto, não têm acesso a todos os recursos do aparelho: os quase 10.000 blogs, que têm as postagens atualizadas diretamente no aparelho, ficam de fora, assim como o browser para web, exclusivo para Estados Unidos, Hong Kong, Japão e México
Leitura agradável
Ao contrário do que muita gente pensa, ler no Kindle não é o mesmo que utilizar a tela do computador para este fim. Isso porque ele usa a tecnologia e-ink, já presente em outros leitores digitais e celulares e muito mais agradável para os olhos, mesmo em ambientes com muita luminosidade.
Um dos obstáculos para os brasileiros que desejam importar o Kindle pelas vias legais é o alto preço. Na Amazon, o valor original é de 259 dólares em 25 de dezembro, mas somadas as taxas de importação, o aparelho chega aqui por mais que o dobro, já que é classificado como aparelho eletrônico. Entretanto, já há várias liminares concedidas a consumidores que pleitearam a mesma isenção tributária concedida ao livros e jornais em papel. Nada mais justo!
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