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Surfe para meninas
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Quem pensa que esportes como surfe, body boarding ou skate são coisa para homem pode ter uma grande surpresa quando chegar às praias no verão. O número de meninas que se aventuram em esportes radicais só vem aumentando, para desespero de alguns pais, inveja de alguns meninos e alegria de todas as envolvidas na emoção.
O Brasil tem grande parte de seu território banhado pelo Oceano Atlântico, então seria estranho que as atividades no mar não fossem populares. Mas infelizmente o número de praticantes não é tão grande quanto poderia, pela falta de apoio e principalmente de incentivo na infância. Quem mais sofre com isso são as mulheres, que além de driblar o preconceito precisam de muita disposição para conseguir praticar um esporte radical.
O surfe e o body boarding vêm ganhando cada vez mais fãs entre as meninas, através das escolinhas especializadas para ensinar a prática ou devido à facilidade pra conseguir comprar bons materiais, o que não acontecia antigamente. Mas ainda tem muita gente que acha que os dois esportes são a mesma coisa, o que não é verdade. Vamos ver quais as características e semelhanças entre eles?
Surfe ou bodyboarding?
A principal semelhança entre eles é o “palco”, o local onde os esportes são praticados: o mar. Praticamente em qualquer praia com ondas, mesmo pequenas, é possível surfar, em pé ou deitada sobre as pranchas. Opa! Acabamos já revelando uma das diferenças! No body boarding as pranchas são feitas em Polipropileno, um material resistente à água (claro!) e que não afunda, que lembra uma esponja, mas com menos furinhos. Já no surfe as pranchas são fabricadas com um material mais duro, que pode ser o Poliuretano ou Poliéster, entre outros.
As meninas que desejam se tornar surfistas devem ser também boas de equilíbrio, já que neste esporte é preciso ficar em pé nas pranchas (no body boarding você fica deitada). Claro que no começo você vai sofrer com as quedas, mas tem coisa melhor do que cair no mar? Um bom início são as pranchas de long board, maiores e onde é mais fácil levantar e manter-se em pé. Várias escolinhas de surfe oferecem esta opção no começo do aprendizado, quando as meninas ainda sentem medo de tentar as manobras na água.
Começando a surfar
Se você não tem um irmão, amigo, primo ou alguém também apaixonado pelo surfe e que possa ajudá-la no começo, uma boa opção são as escolinhas. Elas já existem nas principais cidades com praias do país. Você vai aprender as técnicas para remar, ficar e manter-se em pé na prancha, “furar” ondas, enfim, quase tudo que uma surfista precisa para fazer bonito dentro da água!
Agora, se a escolinha não está nos seus planos ou simplesmente não existe perto da sua casa, a saída é pedir ajuda para alguém que conheça o assunto. Pergunte e tire todas as suas dúvidas: qual a melhor hora para surfar? Como prevenir os tombos? Como ficar em pé por mais tempo? Enfim, não tenha vergonha e aproveite para aprender o máximo que puder. Alguns surfistas profissionais dizem que o crescimento das meninas acontece justamente porque elas não têm vergonha de perguntar e estão sempre querendo saber mais, além de gostarem muito das escolinhas. Viu só, quem sabe você não chega até o Havaí no futuro? Links relacionados:
Ehlas Escolinha de surfe Surfer Girls
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